Hoje a Roda do Ano nos conduz ao pico do Verão, o sagrado Sabá Lammas, tempo de reconhecer, agradecer e celebrar os primeiros frutos daquilo que plantamos na Primavera. É o momento em que o Sol está forte, generoso e visível, assim como os resultados dos nossos esforços, escolhas e intenções.
Neste momento, Lammas nos convida a olharmos para a nossa própria vida com honestidade e gratidão: O que floresceu? O que começou a dar frutos? O que pede presença, cuidado e consciência para seguir amadurecendo?
Na tradição, este é o sabá do pão, da colheita inicial, da partilha e da abundância consciente. Um lembrete ancestral de que tudo o que recebemos também carrega a responsabilidade de ser honrado.
Inspirando a todos, separamos três dicas mágicas para quem deseja celebrar este momento em casa.
O Pão como Rito
O pão, dentro dos ritos ancestrais, representa a transformação da matéria pela intenção. Nele estão presentes os quatro elementos: a Terra que oferece o grão, a Água que une, o Ar que faz crescer e o Fogo que consagra. Ao preparar o pão com consciência, celebramos a colheita, agradecemos pelos frutos recebidos e ancoramos, no plano físico, a prosperidade, o sustento e a continuidade da vida. Partilhar o pão é selar esse rito com amor, presença e abundância. Dê preferência a incluir algum ingrediente vindo da sua horta, jardim ou caminho: uma erva, um grão, uma flor seca.. e por aí vai.
Coletar a Água da Chuva ou da Tempestade
Este é um período poderoso para coletar água da chuva ou de tempestades. Ela pode ser guardada para feitiços, consagrações ou para potencializar objetos mágicos e intenções futuras.
Meditação e visualização consciente
Reserve um momento de silêncio. Como a energia do Sol está neutra, o final da tarde é um horário especialmente favorável. Durante a meditação, visualize com clareza um objetivo que deseja alcançar. Se tiver água de tempestade, passe um pouco no chakra do terceiro olho, potencializando a visão, a intenção e o foco.
Para finalizar, lembramos que o Pico do Verão nos ensina que abundância não é excesso, é consciência!
Que possamos celebrar o que já chegou, agradecer o que sustenta nossa caminhada e seguir cultivando com verdade aquilo que ainda está por vir.




